sexta-feira, 18 de maio de 2018

Capítulo 12 - O Deolacrum

Olá, personas!
Depois de muito tempo, sai um novo capítulo! Uhul!
Pode conferir clicando aqui!

Esse capítulo ia se chamar "Respostas", mas eu esqueci e agora se chama "O poder de matar um deus". Ambos os nomes são bons, mas o segundo parece mais divertido e será mantido.

A demora para lançá-lo se deu por causa do flashback. Eu ia contar sobre o passado de John e o que aconteceu antes dele ser taxado de renegado, o que me deixou com alguma dificuldade em ligar alguns pontos. Quando finalmente planejei os detalhes do flashback, percebi que era muita coisa para ser contada agora, então o passado de John ficará para mais tarde. Que pena... :/
Ainda sobre a demora, em grande parte foi pelo tamanho do capítulo. É divertido encerrar capítulos com cliffhangers para os próximos, um bom exemplo é o final do capítulo 2, em que o texto se encerra com John e Erika mergulhando em um abismo. Esse capítulo tem um final meramente para não ficar muito grande... Enfim, a demora veio porque sou preguiçoso, isso é um bom resumo.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Capítulo 11 - O Deolacrum


Olá, personas!
Eu mudei o formato da postagem de O Deolacrum. Em vez de postar o texto eu resolvi ser inteligente ao menos uma vez na vida e postar em formato pdf sempre. Assim, além de mais organizada, a página com todos os capítulos fica muito mais simpática.
De qualquer forma, o capítulo 11 já foi postado tem um tempo e eu acabo sempre esquecendo de oficializar numa postagem. Você pode ver a página com todos os capítulos já publicados clicando na aba “O Deolacrum” ou aqui.



“Eu acabei de comprar isso!"

Comentando um pouco:
Tem um tempo já que eu desisti de dar nomes aos capítulos com dualidade de sentido e, tenho que dizer, me sinto muito liberto com isso. Ainda odeio o nome do capítulo 8, mas sinto que está havendo progresso de algum modo. O nome do capítulo 11 se origina em ambos os combatentes guardando seus trunfos. Apesar de saber o final da história, muito do meio é pensado na hora e muitos embates são decididos durante a execução, com a vitória indo para o mais hábil ou mais preparado. Pode-se dizer que a luta deste capítulo não estava programada, mais como uma consequência dos acontecimentos. É estranho para um autor falar assim da própria obra, mas é como eu me sinto, surpreendido e reagindo às ações de meus personagens tanto quanto eles. Talvez eu consiga me explicar melhor no próximo capítulo, então encerremos por aqui. Até a próxima!

sexta-feira, 31 de março de 2017

Brabuletas! - Skyrim

Quando o personagem não sabe reagir ao seu comando.
Afinal, quem iria querer "pegar" uma borboleta?

Capítulo 10 - Choque de Realidade

A supervisora geral da sede da Ordem em Tordek chamava-se Fiona Galen. Uma mulher de beleza madura de 47 anos, 20 destes ocupando o cargo atual. Comandava mais de trezentas pessoas ligadas a Ordem espalhadas por todo o continente de Statera, apesar de sua jurisdição ser apenas a província de Tordek. Praticamente todos os assuntos relativos à Ordem, ocorrendo fora das 9 Cidades da Luz, acabavam por ser de sua conta e diversas dores de cabeça se originavam desse fato. Seu cabelo era loiro escuro e seus olhos azuis, sua expressão era agravada por rugas nos cantos da boca fina, que a faziam parecer estar sempre descontente com algo, o que não era de todo falso. Apesar disso, era uma pessoa extrovertida e bastante enérgica na maior parte do tempo.
Todos os caçadores sob sua autoridade lhe deviam relatórios sobre suas peripécias e façanhas. Sua atual irritação se dirigia a três desses relatórios, todos da mesma caçadora. O primeiro deles não era de todo ruim, se tratando de um dossiê encomendado que, apesar do enorme atraso, estava satisfatoriamente completo. Fiona ainda não se conformava com a petulante garota que ousou protestar contra a missão dada pelo próprio Gran Mestre da Ordem e teve de gastar um pouco de paciência para convencer Erika a cumprir o que lhe foi ordenado. Erika havia solicitado duas vezes informações sobre o paradeiro de Solomon Seward, que a levaram a pistas frias. Quando se preparava para desistir e pedir uma terceira direção, encontrou quase por acaso o renegado nos arredores de Hamaria. Mesmo assim, aquele relatório ultrapassou o prazo de entrega em dois meses, o que fez Fiona temer dar a impressão ao Gran Mestre de que sua missão fora tratada com descaso por seu pessoal.
O segundo relatório se referia à última aventura que Erika e Solomon tiveram e a supervisora não conseguia decidir qual parte dele era pior do que a outra. Um leviathan fora do oceano não só era extremamente raro, como um classe 2 não era documentado haviam centenas de anos. A mera menção de um classe 2 em um relatório obrigava Fiona a cumprir o protocolo de enviar uma equipe completa, para simplesmente examinar o corpo e arredores. Vinte anos atrás isso seria fácil de se arranjar, mas se mesmo montar uma equipe reduzida já era um inferno burocrático, mobilizar o pessoal de uma equipe que um classe 2 exigia era quase impraticável. Metade de Tordek estava infestada por moscas, os pequenos demônios devoradores de sonhos atraídos por sentimentos negativos, o que estava mantendo seus luminomantes bastante ocupados.
Erika se negou a modificar a classe do demônio que encontrou e jurou pelo seu nome o absurdo de que Solomon, possuído por alguma entidade, havia derrotado o leviathan com as próprias mãos nuas. Após isso, o renegado ainda a havia curado de um ferimento letal, fugindo do local enquanto ela estava inconsciente.

terça-feira, 14 de março de 2017

Capítulo 9 - Subindo na vida (O Deolacrum)

No sul da província de Tordek se erguia a densa, e em muitos pontos intocada, floresta de Beldurra. Trezentos quilômetros de natureza selvagem separavam a cidade de Tordek das primeiras cadeias de montanhas do reino de Krasnyy e os Reinos Fantasmas de Réphina. John tinha feito uma estimativa e irritou-se ao pensar no quanto estava longe da civilização. Olhou a planície devastada. Uma enorme clareira havia sido aberta em Beldurra relativamente próxima a uma estrada de terra mal cuidada e de aparência abandonada. Não era uma rota comum, mas era uma das muitas estradas abertas por refugiados krasnianos nos últimos anos, coincidentemente após a Segunda Cavalaria de Bahamn ter retornado das Terras Afastadas. No centro da clareira, uma vila foi construída com pedras e madeira em volta de algo que parecia ser uma catacumba piramidal esculpida em rocha. Um muro de pedras sobrepostas circundava toda a pequena cidade e pessoas trabalhavam em plantações de milho e batata nas redondezas. Apesar de todas as pessoas usarem roupas de couro um tanto rudimentares, a prosperidade dali era um contraste gritante com a decadência que John testemunhara na aldeia de Ponte Alva.
As pessoas que vira ali em sua maioria eram ruivos, mas o que mais chamava a atenção eram os indivíduos peculiares. No alto do muro, dois insectais espiavam o movimento das pessoas. Eram roxos e com detalhes em vermelho, semelhantes a vespas de asa fina com lâminas no lugar das mãos e compridas pernas de gafanhoto, agachados, mediam cerca de um metro e meio de altura. Demônios insectais estavam em grande número naquele lugar, o que não era uma surpresa. Aqueles seres não eram propriamente demônios, apesar da classificação. Eles eram subprodutos de um demônio do tipo rainha que os gerava através de ovos e almas humanas. Não possuíam uma alma escura própria, mas um fragmento do demônio original. Isso fazia com que tivessem uma inteligência bem baixa, mas ainda permitia que ele absorvessem almas e as levassem para sua mestra. Seres não inteiramente racionais que estavam mais próximos de monstros do que demônios. Sua forma tinha variações dependendo do tipo de ovo que os gerou e ali eles eram dois tipos: os pequenos e ágeis caçadores; e os enormes e fortes coletores. Sua mente os limitava a ordens simples, que eles pareciam estar executando, como caçar criaturas grandes, as carregar para dentro da cidade e não matar os humanos residentes.
Invisível, John aproximou-se com cautela da entrada da vila e pôs-se a bisbilhotar para dentro do arco de pedra que formava o portão. No lado de fora, dentro de um buraco de três metros de profundidade, alguns homens cavavam ao redor do muro, no que provavelmente seria um fosso futuramente. Um deles estapeou o rosto com raiva.
- Por que insetos adoram a nossa cara? - ele falou, irritado.
- Talvez você só os note quando estão na sua cara - disse outro, ambos sentaram para descansar enquanto os outros tiravam a terra com baldes.
Faz sentido, Stuff comentou na mente de John.
- Quê? - ele sussurrou.
Não estava prestando atenção na conversa, em vez disso, observava uma mulher que saía da vila com um balde cheio de miúdos de animais. Os vigias insectais se eriçaram e moveram as asas enquanto olhavam para a mulher. Ela despejou o balde dentro do fosso e os insectais pularam lá.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Stomcloak vs Imperial (Skyrim)



A assassina é bretã e se juntou aos Stormcloaks porque ela já tinha matado o Imperador mesmo.
A maga é uma High Elf que está disposta a ser um exemplo de que elfos e humanos podem se dar bem ao reconhecer a superioridade moral dos elfos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Capítulo 8 - Mentes corruptas (O Deolacrum)

No extremo sul do continente de Statera erguiam-se enormes rochas disformes por quilômetros até o mar, formando ilhas com seus picos. Essas cadeias de canyons foram nomeadas de Vale Rochoso. A região foi formada quando Réphina terraplanou um extenso território de cerca de 600 quilômetros entre as planícies do império de Bahamn ao leste, a região montanhosa de Krasnyy ao oeste e as florestas do reino de Tordek ao norte. Tal feito datava milênios e o território circundante ao castelo do Rochedo da deusa da terra era um amontoado de construções de pedra erguidas umas sobre as outras por geomantes testando suas habilidades. Tal lugar passou a ser conhecido como Reinos Fantasmas e era um infindável labirinto de várias camadas habitado por seres monstruosos e demônios nas regiões do sul, próximas ao Vale Rochoso.
A deusa da terra vivia em constante trânsito entre seu castelo e a capital das Nove Cidades, de modo que era mais comum vê-la na cidade de Tordek do que nos Reinos Fantasmas. Encontrar representantes dos Moldadores tão para o sul também era bastante raro, contudo as forças em conflito, império ou rebeldes, não arriscavam entrar nos domínios de Réphina e atrair a ira da pequena deusa. Ela que constantemente mostrava sua insatisfação com aquela guerra pelo controle do terreno mais rico em pedras de Aliir de Statera.
Outrora, como forma de nivelar o conflito, Réphina havia se posto ao lado do império para reaver o território perdido após a traição do lorde mais influente da região, conde Vladimir Nepravil, mais tarde apelidado como Rei Dragão. Isso porque Derea havia reconhecido a independência do Reino de Krasnyy e cedido alguns de seus servos à causa do novo governo. Réphina sabia que sua filha estava ironicamente “pondo lenha na fogueira” ao incentivar aquela guerra e se sentiu responsável. Entretanto ela nunca teve muita paciência com os mesquinhos atritos humanos e, quando o império começou a se aproveitar do nome da deusa da terra, ela perdeu o interesse por aquela questão, decretando a proibição de seu território a ambos os lados. Não havia pessoa nascida em Statera que não conhecesse as histórias da prisão do castelo do Rochedo, para onde iam os que ousavam desrespeitar a pequena deusa, assim como sobre seus prisioneiros milenares, não menos que alguns dos mais poderosos seres que carregavam o título de “deuses caídos”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Uma forma de se importar



O gerente foi recebido na loja Empório da Festa com energia. Todos os funcionários saudaram de bom humor quando viram que Caio voltara das férias em plena quarta-feira. Ele aspirou o ar sempre perfumado do lugar com sentimento de volta ao lar. Caio adorava trabalhar ali.
- Achei que só ia chegar na segunda que vem - gritou a bonita mulher de cabelos rosa atrás do grande balcão no fundo da loja.
- Sabia que a surpresa iria encher seus coraçãozinhos de alegria! - Caio piscou para ela, formando um coração com as mãos e o movendo como que batesse em seu peito.
Todos riram e Verônica fez que não com a cabeça. Ambos tinham alguns anos antes dos 30 e eram amigos desde que se conheceram naquela loja.
Caio foi para o vestiário masculino e colocou seu uniforme branco com detalhes em verde, com seu nome bordado no peito e o símbolo da loja de presentes. Ao retornar à loja, viu um rosto conhecido em frente ao balcão. O homem em roupas sociais ajeitava um montinho de papeis para colocar dentro de sua maleta. Tinha o rosto cansado e olhar distante, como sempre.
- Shade! - Caio o cumprimentou - Quem é vivo sempre aparece!
- Ah, e aí? - Shade lhe deu um sorriso triste - Só recolhendo algumas notas. Voltou das férias, é?
- Sabe como é - Caio levou a mão ao queixo, fazendo pose de séria reflexão - Minha simples presença aqui parece fazer nosso lucro subir.
- Não tem como negar - ele riu - Vi algumas velhinhas passarem dando um suspiro de saudade para loja.
- Anda fazendo alguma coisa interessante? - Caio apertou os olhos para ele - Conheceu alguma garota interessante?
- Só o de sempre - Shade terminou de guardar suas coisas - Nada de interessante…
- Ok - disse Caio, decepcionado - Seu aniversário é nesse sábado, né?
- É? - o outro riu, levemente sem jeito - Acho que sim. Como você lembra dessas coisas?
- Tsc tsc - Caio balançou a cabeça em reprovação, então martelou as palavras no balcão com o nó do dedo - Vamos festejar essa sexta, pra comemorar desde o primeiro segundo.
- Eu não acho que…
- Tem coisa melhor pra fazer? Duvido muito - Caio piscou para o amigo - Vou arranjar algumas companhias de verdade. Eu te aviso quando decidir o lugar, ok?
- Ok.
Eles se despediram e Caio observou enquanto Shade ia embora. Sentiu que estava ignorando alguma coisa e de repente percebeu olhos o observando. Olhou lentamente para a direita e viu um rosto de boneca em tamanho real o fitar com desinteresse mórbido. Uma garota de cabelo branco e mechas verdes o encarava com monotonia, sentada em uma cadeira atrás do balcão, no caixa mais próximo da parede. Não tinha como ela ter passado por ele sem ele notar, ainda mais estando tão perto.
- D-de onde você saiu? - Caio sorriu, perplexo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Tirinhas Esquecidas - Skyrim

Muitas vezes eu tenho ideias para tirinhas que, ou não são boas ou não são fáceis de colocar nesse formato. Quando comecei a fazer tirinhas eu meio que fiz várias seguidas, pra não perder a empolgação, em uma qualidade de produção que facilitasse minha vida. Dessas, sobraram quatro (duas sendo do mesmo tema) que jamais ganharão cores e nem mais atenção. Pra que não sejam tristemente apagadas, posto-as aqui. Duas são continuações de outras tirinhas já postadas, pois a ideia inicial dos desenhos era contar as peripécias de minha amada assassina cronologicamente. Todas as tirinhas são do tempo que eu editava no Paint.

Clique para ampliar.

Continuação da tirinha sobre invisibilidade.


Continuação da tirinha sobre sacrificar a Lydia.
Digam o que digarem, eu odeio esse gato.
Eu nunca sacrificaria a Lydia, só pra avisar.
Eu odeio esse gato feioso ù.ú

Cavalo Versão 1
Eu só queria treinar...

Cavalo Versão 2
Sem edição, desculpem
Quando eu escaneei e vi que tinha esquecido do nanquim em algumas partes eu desisti.
A primeira versão retrata exatamente a situação que a inspirou, a segunda eu tentei incrementar um pouco.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Lógica da Bethesda - Fallout

Se você não enfiou no bolso, não roubou.
No jogo até faz sentido. Eles não reclamam por que deve ser assustador ver a arma flutuando.

Entrando em Miúdos \/

domingo, 18 de setembro de 2016

Capítulo 7 - Sangue frio (O Deolacrum)



John havia perambulado pelo hall do palácio de Veh um bom tempo coletando informações, antes de descobrir aonde ficavam as mesas de alistamento que procurava. Descobriu que havia um lugar mais reservado, destinado a esse fim e separado do salão principal por uma cortina vermelha entreaberta. Lá só haviam quatro bancadas e a fila era significantemente menor.
- Olá - disse John, em sua vez, para a mulher de cabelo dourado escuro preso atrás de uma das mesas debruçada em cima de um grande livro de registros - Quero me juntar aos Seguidores.
- Claro que quer - disse ela levemente entediada, enquanto folheava seu livro e girava a caneta na mão.
John deu uma olhada nas outras três mesas de cadastro. Diferente dos outros atendentes, aqueles do registro pareciam mais com guerreiros do que com funcionários. Havia um que inclusive parecia um veterano de guerra, com o olho esquerdo cego e inúmeras cicatrizes.
- Nome e ascendência - pediu a mulher, tendo encontrado uma página em branco.
- Solomon John, de Deuce - John hesitou - Filho da Lua.
A mulher estreitou os olhos para o cabelo de John, e ele a viu escrevendo “filho das Sombras”.
- Deuce é para o leste, não? Para o lado das Ilhas Sombrias. Não vai ser julgado por isso aqui - ela explicou - É evocador?
- Não - ele se sentia em parte aliviado, mas ainda nervoso por ter omitido o sobrenome. Felizmente, haviam muitos cabelos negros em sua cidade natal... Se ignorasse a cor dos olhos ele passaria facilmente por um qualquer.
- Presumindo que não possui uma pedra de Aliir. Tem condições de comprar uma?
- Não.
- Certo. Sabe usar isso aí? - ela indicou a espada de John com o nariz.
- Relativamente bem.
- Por que se juntar aos Seguidores de Veh?
- Eu... - ele parou para pensar, por que era mesmo?
Aquele ambiente era familiar e as coisas ocorriam conforme se lembrava. Mas havia algo estranho, como se alguém o observasse das sombras. Ele se sentia desconfortável com essa sensação.

Montaria e Cavaleiros - Ragnarok

Decepções de um cavaleiro solitário
Qual a graça de um cavaleiro sem cavalo? :C
Entrando em Miúdos \/

Metas de Vida - Sugestão

Sugestão J.p. Irnanda
Trocadalho!
Entrando em Miúdos \/

Oops - Skyrim

Tentando fazer uma boa ação
 Entrando em Miúdos \/