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sexta-feira, 31 de março de 2017

terça-feira, 14 de março de 2017

Capítulo 9 - Subindo na vida (O Deolacrum)

No sul da província de Tordek se erguia a densa, e em muitos pontos intocada, floresta de Beldurra. Trezentos quilômetros de natureza selvagem separavam a cidade de Tordek das primeiras cadeias de montanhas do reino de Krasnyy e os Reinos Fantasmas de Réphina. John tinha feito uma estimativa e irritou-se ao pensar no quanto estava longe da civilização. Olhou a planície devastada. Uma enorme clareira havia sido aberta em Beldurra relativamente próxima a uma estrada de terra mal cuidada e de aparência abandonada. Não era uma rota comum, mas era uma das muitas estradas abertas por refugiados krasnianos nos últimos anos, coincidentemente após a Segunda Cavalaria de Bahamn ter retornado das Terras Afastadas. No centro da clareira, uma vila foi construída com pedras e madeira em volta de algo que parecia ser uma catacumba piramidal esculpida em rocha. Um muro de pedras sobrepostas circundava toda a pequena cidade e pessoas trabalhavam em plantações de milho e batata nas redondezas. Apesar de todas as pessoas usarem roupas de couro um tanto rudimentares, a prosperidade dali era um contraste gritante com a decadência que John testemunhara na aldeia de Ponte Alva.
As pessoas que vira ali em sua maioria eram ruivos, mas o que mais chamava a atenção eram os indivíduos peculiares. No alto do muro, dois insectais espiavam o movimento das pessoas. Eram roxos e com detalhes em vermelho, semelhantes a vespas de asa fina com lâminas no lugar das mãos e compridas pernas de gafanhoto, agachados, mediam cerca de um metro e meio de altura. Demônios insectais estavam em grande número naquele lugar, o que não era uma surpresa. Aqueles seres não eram propriamente demônios, apesar da classificação. Eles eram subprodutos de um demônio do tipo rainha que os gerava através de ovos e almas humanas. Não possuíam uma alma escura própria, mas um fragmento do demônio original. Isso fazia com que tivessem uma inteligência bem baixa, mas ainda permitia que ele absorvessem almas e as levassem para sua mestra. Seres não inteiramente racionais que estavam mais próximos de monstros do que demônios. Sua forma tinha variações dependendo do tipo de ovo que os gerou e ali eles eram dois tipos: os pequenos e ágeis caçadores; e os enormes e fortes coletores. Sua mente os limitava a ordens simples, que eles pareciam estar executando, como caçar criaturas grandes, as carregar para dentro da cidade e não matar os humanos residentes.
Invisível, John aproximou-se com cautela da entrada da vila e pôs-se a bisbilhotar para dentro do arco de pedra que formava o portão. No lado de fora, dentro de um buraco de três metros de profundidade, alguns homens cavavam ao redor do muro, no que provavelmente seria um fosso futuramente. Um deles estapeou o rosto com raiva.
- Por que insetos adoram a nossa cara? - ele falou, irritado.
- Talvez você só os note quando estão na sua cara - disse outro, ambos sentaram para descansar enquanto os outros tiravam a terra com baldes.
Faz sentido, Stuff comentou na mente de John.
- Quê? - ele sussurrou.
Não estava prestando atenção na conversa, em vez disso, observava uma mulher que saía da vila com um balde cheio de miúdos de animais. Os vigias insectais se eriçaram e moveram as asas enquanto olhavam para a mulher. Ela despejou o balde dentro do fosso e os insectais pularam lá.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Stomcloak vs Imperial (Skyrim)



A assassina é bretã e se juntou aos Stormcloaks porque ela já tinha matado o Imperador mesmo.
A maga é uma High Elf que está disposta a ser um exemplo de que elfos e humanos podem se dar bem ao reconhecer a superioridade moral dos elfos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Capítulo 8 - Mentes corruptas (O Deolacrum)

No extremo sul do continente de Statera erguiam-se enormes rochas disformes por quilômetros até o mar, formando ilhas com seus picos. Essas cadeias de canyons foram nomeadas de Vale Rochoso. A região foi formada quando Réphina terraplanou um extenso território de cerca de 600 quilômetros entre as planícies do império de Bahamn ao leste, a região montanhosa de Krasnyy ao oeste e as florestas do reino de Tordek ao norte. Tal feito datava milênios e o território circundante ao castelo do Rochedo da deusa da terra era um amontoado de construções de pedra erguidas umas sobre as outras por geomantes testando suas habilidades. Tal lugar passou a ser conhecido como Reinos Fantasmas e era um infindável labirinto de várias camadas habitado por seres monstruosos e demônios nas regiões do sul, próximas ao Vale Rochoso.
A deusa da terra vivia em constante trânsito entre seu castelo e a capital das Nove Cidades, de modo que era mais comum vê-la na cidade de Tordek do que nos Reinos Fantasmas. Encontrar representantes dos Moldadores tão para o sul também era bastante raro, contudo as forças em conflito, império ou rebeldes, não arriscavam entrar nos domínios de Réphina e atrair a ira da pequena deusa. Ela que constantemente mostrava sua insatisfação com aquela guerra pelo controle do terreno mais rico em pedras de Aliir de Statera.
Outrora, como forma de nivelar o conflito, Réphina havia se posto ao lado do império para reaver o território perdido após a traição do lorde mais influente da região, conde Vladimir Nepravil, mais tarde apelidado como Rei Dragão. Isso porque Derea havia reconhecido a independência do Reino de Krasnyy e cedido alguns de seus servos à causa do novo governo. Réphina sabia que sua filha estava ironicamente “pondo lenha na fogueira” ao incentivar aquela guerra e se sentiu responsável. Entretanto ela nunca teve muita paciência com os mesquinhos atritos humanos e, quando o império começou a se aproveitar do nome da deusa da terra, ela perdeu o interesse por aquela questão, decretando a proibição de seu território a ambos os lados. Não havia pessoa nascida em Statera que não conhecesse as histórias da prisão do castelo do Rochedo, para onde iam os que ousavam desrespeitar a pequena deusa, assim como sobre seus prisioneiros milenares, não menos que alguns dos mais poderosos seres que carregavam o título de “deuses caídos”.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Tirinhas Esquecidas - Skyrim

Muitas vezes eu tenho ideias para tirinhas que, ou não são boas ou não são fáceis de colocar nesse formato. Quando comecei a fazer tirinhas eu meio que fiz várias seguidas, pra não perder a empolgação, em uma qualidade de produção que facilitasse minha vida. Dessas, sobraram quatro (duas sendo do mesmo tema) que jamais ganharão cores e nem mais atenção. Pra que não sejam tristemente apagadas, posto-as aqui. Duas são continuações de outras tirinhas já postadas, pois a ideia inicial dos desenhos era contar as peripécias de minha amada assassina cronologicamente. Todas as tirinhas são do tempo que eu editava no Paint.

Clique para ampliar.

Continuação da tirinha sobre invisibilidade.


Continuação da tirinha sobre sacrificar a Lydia.
Digam o que digarem, eu odeio esse gato.
Eu nunca sacrificaria a Lydia, só pra avisar.
Eu odeio esse gato feioso ù.ú

Cavalo Versão 1
Eu só queria treinar...

Cavalo Versão 2
Sem edição, desculpem
Quando eu escaneei e vi que tinha esquecido do nanquim em algumas partes eu desisti.
A primeira versão retrata exatamente a situação que a inspirou, a segunda eu tentei incrementar um pouco.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Lógica da Bethesda - Fallout

Se você não enfiou no bolso, não roubou.
No jogo até faz sentido. Eles não reclamam por que deve ser assustador ver a arma flutuando.

Entrando em Miúdos \/

domingo, 18 de setembro de 2016

Capítulo 7 - Sangue frio (O Deolacrum)



John havia perambulado pelo hall do palácio de Veh um bom tempo coletando informações, antes de descobrir aonde ficavam as mesas de alistamento que procurava. Descobriu que havia um lugar mais reservado, destinado a esse fim e separado do salão principal por uma cortina vermelha entreaberta. Lá só haviam quatro bancadas e a fila era significantemente menor.
- Olá - disse John, em sua vez, para a mulher de cabelo dourado escuro preso atrás de uma das mesas debruçada em cima de um grande livro de registros - Quero me juntar aos Seguidores.
- Claro que quer - disse ela levemente entediada, enquanto folheava seu livro e girava a caneta na mão.
John deu uma olhada nas outras três mesas de cadastro. Diferente dos outros atendentes, aqueles do registro pareciam mais com guerreiros do que com funcionários. Havia um que inclusive parecia um veterano de guerra, com o olho esquerdo cego e inúmeras cicatrizes.
- Nome e ascendência - pediu a mulher, tendo encontrado uma página em branco.
- Solomon John, de Deuce - John hesitou - Filho da Lua.
A mulher estreitou os olhos para o cabelo de John, e ele a viu escrevendo “filho das Sombras”.
- Deuce é para o leste, não? Para o lado das Ilhas Sombrias. Não vai ser julgado por isso aqui - ela explicou - É evocador?
- Não - ele se sentia em parte aliviado, mas ainda nervoso por ter omitido o sobrenome. Felizmente, haviam muitos cabelos negros em sua cidade natal... Se ignorasse a cor dos olhos ele passaria facilmente por um qualquer.
- Presumindo que não possui uma pedra de Aliir. Tem condições de comprar uma?
- Não.
- Certo. Sabe usar isso aí? - ela indicou a espada de John com o nariz.
- Relativamente bem.
- Por que se juntar aos Seguidores de Veh?
- Eu... - ele parou para pensar, por que era mesmo?
Aquele ambiente era familiar e as coisas ocorriam conforme se lembrava. Mas havia algo estranho, como se alguém o observasse das sombras. Ele se sentia desconfortável com essa sensação.

Montaria e Cavaleiros - Ragnarok

Decepções de um cavaleiro solitário
Qual a graça de um cavaleiro sem cavalo? :C
Entrando em Miúdos \/

Metas de Vida - Sugestão

Sugestão J.p. Irnanda
Trocadalho!
Entrando em Miúdos \/

Oops - Skyrim

Tentando fazer uma boa ação
 Entrando em Miúdos \/