terça-feira, 30 de setembro de 2014

Introdução (nem precisa, apenas ignore)

<EDIT: Texto referente ao conto Vermillion, que foi retirado, refeito e repostado depois>
     Wow, pessoal! Quem é vivo sempre aparece, não é? É o seguinte. Comecei a escrever o conto que segue abaixo há um tempo atrás, tipo 3 meses. Mas sabem como é, né? Uma coisa é pensar a história. Dentro de sua mente caótica tudo se encaixa, mas quando se coloca em letras a coisa complica. Pois então, a historia fluiu até seu ápice e o gás acabou, por assim dizer. As coisas ficaram complicadas. Tinha tido a ideia base e tive que modificar o esquema da história varias vezes, mas tudo em prol do entretenimento. Na minha humilde opinião, o desenvolvimento melhorou muito em comparação com os primeiros rascunhos e agora mostro meu lindo conto a vocês. Trata-se, como eu já havia meio que dito antes, de um pequeno universo que eu criei. Inspirado no formato de narrativa de nosso amado George R. R. Martin, que viva mais uns 200 anos, e nosso querido Patrick Rottfuss, eu comecei a trabalhar mais nos detalhes de meu gracioso e humilde mundinho ficcional. Aprendi que, com isso, acabam por surgir muitas historias quando se tem muitos personagens a disposição. Como quando se é criança e se tem muitos soldadinhos, usando eu como exemplo, pode-se montar uma história mais rica e complexa. Não sei se o marcador "Crônicas de algum lugar" vai perdurar e não sei quanto tempo teremos que esperar até que outro apareça... Afinal, eu reciclei a ideia de uma história que tinha pensado há mais de um ano para criar um conto para o blog da minha amiga (http://pensaatoa.blogspot.com.br/)... Enfim. Os personagem não tem nome próprio, influencia do blog anteriormente citado, mas, por curiosidade, ou não, o nome do personagem principal é Bill. Eu pensava nele como Bill, para facilitar o raciocínio, mas acabei por chamá-lo na história de Fogo. A outra personagem, Linda, realmente nem me dei ao trabalho de pensar em outro nome, apenas segui o embalo do apelido e me tirei uma grande dor de cabeça. Quando se tem apenas um casal como personagens é mais fácil referenciar cada ação. Mas quando se coloca mais alguns... Bom, chega de enrolação. Criei essa história, em seus primórdios, ouvindo a musica que dá nome ao conto. Não entendo inglês 100 %, e não me esforço muito em entender a letra da musica que estou ouvindo. Apenas curto a melodia. Mas, de vez em quando, percebo que alguns conjuntos de palavras acabam por fazer sentido e eu termino por entender trechos de minhas musicas preferidas. Isso é uma justificativa. O que quero dizer é que não é porque a musica inspirou esse conto que o conto seja uma releitura ou coisa parecida. Então...

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Chega de desculpas!! Mentira!

    E ai pessoal... Alguém? Whatever. Eu percebi que o último texto que postei vai fazer meio ano e foi nesse blog aqui. Eu perdi meu pen drive com o Capitulo 14... Depois achei... Vou postar ele ainda hoje e comentar sobre ele. Mas não tenho ideia de quando vai sair o 15... Estou escrevendo um conto para o blog da minha amiga e vou postar aqui também, né? É original, logo acho que tenho esse direito. O texto é uma pequena historia do tamanho de um capitulo e se passa em na floresta de Kyo... Sacaram a referencia? Não questionem, apenas leiam... Quando ficar pronto.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Nada de quadrinhos :'C

       E aí pessoal? Faz tempo, eu sei. O problema é que se antes eu já era preguiçoso, agora nem mais tempo tenho! E quando tenho desperdiço jogando League of Legends (Liga das Legendas) ou fazendo nada...
      Os quadrinhos que eu havia prometido, quando eu escaneei percebi que teria que passar tudo a nanquim e depois escanear de novo... Então nada de quadrinhos por enquanto.
      Enfim, vou tentar continuar a historia da Terra do Pesadelo, afinal, nossos heróis nem sequer chegaram lá ainda! Um dia, talvez, vocês venham a compreender o porquê do nome, mas ainda vai demorar um pouco. Aproveitem o Capitulo 13 logo abaixo... Ele realmente deu azar, já que demorou tanto para ser finalizado... Mas... Estamos aí. o/

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Há quanto tempo, motherfoca?

       E ai, pessoas? Talvez meus maravilindos leitores que se dedicaram, ou não, a passar os olhos por meu lindo blog tenham notado que faz quase um ano desde a última vez que postei algo aqui. Naquele tempo eu realmente estava incomunicável pois, com a pressão de estudar e escrever a história, meu pai resolveu que eu parecia meio... acabado com toda essa responsabilidade. Assim fui privado do uso do computador... Claro, não foi até hoje, mas, como aconteceu algumas vezes minha preguiça me impediu de levar a história adiante.
       Não podemos colocar a culpa toda nas mãos da falta de vontade, já que, também, foi minha criatividade que extrapolou o universo que criei para meus personagens. Com o tempo disponível pude pensar em mais detalhes e, de repente, a história sobre John Seward me pareceu meio fraca e tediosa... de se criar.
       Como alguns podem ter notado, John caçava demônios e não dispunha mais do que força física ou agilidade para derrotá-los, em outras palavras, ele era um simples e frágil humano. Haha
       Mas o ponto não é esse, afinal eu prefiro ter personagens de carne e osso. Personagens que sangram. Personagens... Bem, humanos. Mas John era humano demais. Quero dizer, o mundo era humano demais, de modo que eu não poderia aumentar muito o nível de poder de um inimigo para não torná-lo impossível de derrotar. Então como fazer meu pequeno humano ser capaz de derrotar um deus? Ele não precisa ser a prova de balas, ele simplesmente tem que ser capaz de usar algo mais poderoso do que espadas ou armas que atiram coisas que matam. Basicamente: Magia. Oh! Magia? Sim, magia!
       Com isso em mente comecei a criar uma nova história. Não escrita, mas em quadrinhos. Sou de longe tão bom desenhista quanto gostaria de ser, mas creio que desenho razoavelmente bem o bastante para não ser uma completa humilhação. Infelizmente, tenho cerca de 7 páginas prontas (desenhadas, não prontas para postar). Infelizmente? Infelizmente não tenho um scanner e, portanto, não possuo meios para postá-las no blog. Mas é um problema que pode ser contornado... algum dia.
       Com a promessa de uma história lindamente trabalhada, prometo mais uma. Uma desenhada maleporcamente e, creio eu, razoavelmente interessante. Essa eu parei de desenhar depois de terminar um capitulo de 60 páginas por motivos diversos: falta de espaço no caderno de desenho, indecisão de como prosseguir, e... por todos que a olhavam perguntarem o porquê de serem coelhos. Hm? Coelhos? Ah, sim. Coelhos. Na verdade, pessoas que parecem coelhos... Furry? Oh-hoho. O Arcanine/Faruk vai adorar... Nãããão! Eu só gosto de coelhos porquê... >.<
       Para falar a verdade, não sei o porquê de serem coelhos. Quando eu era pequeno eu gostava de desenhar coelhos, fiz algumas histórias nas quais o personagem era uma cabeça pulante que falava com animais. Comecei a desenhar coelhos para essa história... se bem que o coelho que tinha não aparecia muito. Então... Bem, vamos deixar devaneios sobre a evolução de minhas histórias pra outra hora. O que fiz foi criar personagens coelhos sem pensar em nenhum enredo especifico, e fui criando a história enquanto desenhava.
       Vou postar a história aqui... De algum jeito, e algum dia, mas prometo que vou. Até mais. o/

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Incomunicável

        É o seguinte, por motivos pessoais não poderei postar por tempo indeterminado. Isso não quer dizer que os outros não podem postar. Peço paciência e até mais ver. o/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Helort

        O Senhor dos Mortos apareceu bastante na versão antiga do capitulo 4, mas, quando eu tirei o diálogo dele com John, as aparições dele ficaram confusas para mim. Não sei direito o que já falei dele e quando penso nos próximos capítulos acabo não lembrando dele, tendo demais explicações sobre ele como feitas. Vou falar um pouco sobre ele para não deixar os leitores muito confusos.

        Profissão:
        Para defini-la bem, podemos comparar Helort a Hades, o deus dos mortos da mitologia grega. Apesar de haver diferenças cruciais, principalmente no sistema de captação de almas em geral, o submundo de "A Terra do Pesadelo" é parecido com o submundo de Hades. Como assim? Ambos são um lugar para onde as almas das pessoas vão ao morrerem. Ambos são formados por cavernas sinistras, etc.

        Origem:
        Não se sabe ao certo a origem dos Senhores da Terra. Há quem diga que eles sempre existiram, outros dizem que eles foram os primeiros seres que surgiram depois do Grande Vazio. Existem vários Senhores, os principais são Helort e Tesluh, criadores da humanidade. Tesluh contribuiu com o espirito e Helort age como organizador, para manter a ordem no fluxo de vida.

        Aparência física:
        Sim. Os Senhores, apesar de serem seres sobrenaturais, têm características físicas marcantes. Helort, no caso, se assemelha a um vampiro, ou mais provavelmente, os vampiros se parecem com ele. Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, então, em vez de me desgastar escrevendo e vocês se desgastarem lendo, olhem essas imagens de um desenho que fiz de Helort.




        Eu sei que eu disse que os olhos dele eram totalmente negros, mas, com as pupilas normais fica melhor. :P
        Como eu disse no twitter, tenho outros desenhos dos personagens e pretendo postá-los um dia. Por enquanto, é isso.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ragnarök e coisas que não tem a ver

        Joguei Ragnarök \o/
        Não tinha conseguido jogar antes. Por quê? Por causa da maldita senha. Tem que colocar uma com número, letra maiúscula e minúscula e a porcaria do carácter especial. Certo, e qual o problema? Eu, como sou muito esperto, fazia uma senha do tipo I'llkilly0u. Um apóstrofo (')! (Sim, eu sei o nome daquela merda) E depois? Quando eu terminava de baixar o jogo, senha incorreta. MÁKOMAZIN??? Ia eu lá, tentar mudar a senha, usando novamente a esperteza, I'llplayn0w >.<. Errado de novo. Então eu me irritava e desinstalava e reinstalava o jogo...
        Enfim, não conseguia entrar pois o jogo não aceitava a porcaria do apóstrofo. E como resolver? Troquei o apóstrofo por um ponto de exclamação (!). Adivinhem. Funcionou! \o/
        Tanto sofrimento e finalmente poderia jogar essa poha! Achei que, por tudo que me haviam falado, valeria a pena no final das contas...

        Pois é. É um jogo legal e tudo o mais, mas... ele não me... viciou, por assim dizer. xD
        Mas a culpa não é do jogo. Acho que é minha mesmo. Não estou mais tão maníaco por MMORPGs, ou até mesmo por outros jogos. Nem mesmo a atualização do Point Blank, com o modo dinossauro, me prendeu por mais de uma hora.

        E isso é ruim? Não. Assim tenho mais tempo para outras coisas, do tipo, estudar ou fazer a história da Terra do Pesadelo. Por falar nela, acho finalmente estou trabalhando mais nos detalhes. Acabei definindo coisas que não estavam claras para mim mesmo. Coisas. Coisas que vocês acompanharão aqui no blog, nas postagens dos capítulos. ^^

        P.S.: Eu não sou tão idiota a ponto de expor minha senha. Além do mais, vocês precisariam do NickName e posso garantir que não é Psiduck. :P