terça-feira, 19 de julho de 2011

Mundos paralelos

        A minha maior diversão é criar histórias. Começo numa ideia e acabo por criar um mundo inteiro. O problema é que eu gosto de CRIAR. Não entendeu? Pois bem, quando eu faço uma história começo a colocar mais e mais detalhes. Até aí, tudo bem. Então chega aquela hora em que eu digo: "PQP. Essa história é legal, mas eu cansei dela". Depois disso eu crio em uma nova e assim por diante. Certo. E daí? O que isso tem a ver com Nightmareland? O que acontece é que sou preguiçoso na hora de "materializar" minha ideia. Passar ela para o papel ou PC é um desafio para alguém como eu. Por quê? Porque a história, na minha cabeça, parece perfeita. Infelizmente, ao escreve-la, os erros e furos aparecem. Exemplos podem ser simplesmente ligar o evento 1 ao evento 2 de um modo que faça sentido. E como tenho lidado com isso? Ignorando ideias para histórias antigas e criando novas. Isso acaba me deixando com muitas histórias inacabadas. MAS NÃO SE PREOCUPE. A Terra do Pesadelo NÃO será uma delas. Deve-se isso à técnica de desenvolvimento que estou utilizando... Mas eu já mostrei ela no blog e não vou mais falar sobre isso.
        E por quê estou postando hoje? Porque estou no PC, baixando Ragnarök e sem muita coisa para fazer. Portanto, decidi contar resumidamente uma de minhas ideias para histórias. Sim. Eu desisti dela. Era para ser em quadrinhos, mas eu não tenho tanta habilidade em desenho quanto gostaria e isso acaba desmotivando a focalização nela. ^^

        Depois de 2012, quando a Terceira Grande Guerra teve início, surgiram os chamados Mechas. O Ocidente tentava conquistar o Oriente com o uso deles e com clones existenciais de soldados. Pouco tempo depois, o Oriente criou o projeto I.A., um supercomputador que controlaria os M.S.P. (Mechas sem pilotos), conhecidos como Hunters. Eles usavam armas biológicas e não tinham receio em exterminar tudo e a todos. Foi descoberto, depois de a humanidade estar se encaminhando a destruição, que o Oriente perdeu o controle de I.A. e acabou perecendo. O Ocidente tentava combater, agora para sobreviver, mas o vírus usado pelos Hunters era forte demais e suas tropas clones, inexplicavelmente, morriam pouco depois de serem fabricados. Foi então que, do nada, um exército surgiu. A Rilt, com armas e Mechas muito mais avançados e tropas clones imunes ao vírus. Esse exército derrotou a ameaça I.A. e tomou o controle do que sobrou do mundo para si.
        (Isso foi o que eu criei depois. Pra explicar algumas coisas. A ideia vem a seguir)
        Alguns anos depois, com o mundo de volta a paz, John (Nomes padrões que eu uso quase sempre: John, Johnny, Erika, Lucy, Jack, James, etc), um ex-piloto Mecha, inscreve-se para um teste de um novo modelo, capaz de se mover mais rápido que a luz, no estilo "Tempo Parado". O primeiro teste sai como o planejado, mas, no outro, ele acaba entrando no reflexo das janelas do prédio. (Isso mesmo, ele atravessou as janelas/espelhos)
        A seguir, John vê seu próprio reflexo congelado no tempo. Ao tocá-lo, desencadeia um bug no mundo do espelho e acaba indo parar em outro mundo. Uma espécie de conexão entre as dimensões. Lá ficam os representantes da almas de humanos, animais e plantas, os Refrons, Laikans e Haikans. O mundo é resumido numa selva com árvores gigantes, monstros e pessoas bastante resistentes, pois são a condensação da alma original do ser vivo que morreu em uma dimensão. Todo esse mundo é administrado por Deus/Tempo e Destruição (não lembro como eu chamava ele :/) , o cara cujos poderes vinham dos erros e bizarrices das dimensões.

        Isso tudo chegaria em varias lutas com mechas e a descoberta (lowka) de que Johnny, o subchefe da Rilt e de onde vieram os clones, é o filho de John vindo de uma dimensão que é o futuro daquela se a Rilt não tivesse aparecido (confuso, não?). A maquina que clona pessoas baseada na existência dela (clonando as habilidades também) acabava diminuindo bastante o tempo de vida do cara, matando todos os clones junto.
        Por entrar no espelho, John ganharia poderes e o Refron de John seria corrompido para o mal e outras coisas doidas aconteceriam, como o John ser acusado de matar pessoas com um mecha roubado e Jack, o general que convenceu Johnny a se clonar, mexeria os pauzinhos para que John fosse acusado da morte de Johnny, que era inevitável. Enfim, tudo acabaria com Deus/Tempo pedindo pra John e Johnny derrotarem Destruição numa luta Épica.

        Tinham mais detalhes importantes, do tipo: o Johnny gastou sua existência daquela outra dimensão quando viajou da sua até o passado (que na verdade é outra dimensão) e isso viraria um super bug quando o Johnny daquela dimensão nascesse, possibilitando que Destruição invadisse o mundo real e o mundo depois do espelho. Mas eu decidi não falar sobre todos.

        Se não percebeu, a ideia inicial disso tudo foi a teoria de que "você só não pode entrar no espelho pois seu reflexo toca o outro lado ao mesmo tempo. Se você parasse o tempo, poderia adentrar no espelho". Depois dessa ideia mirabolante (não me perguntem de onde tirei isso xD) comecei a criar, criar e criar. E quando tentei materializar em forma de quadrinhos e RPG, fiquei desmotivado pelas dificuldades e abandonei ela... Mas vamos concordar. Seria uma boa história. ^^

Nenhum comentário:

Postar um comentário