<EDIT: Texto referente ao conto Vermillion, que foi retirado, refeito e repostado depois>
Wow, pessoal! Quem é vivo sempre aparece, não é? É o seguinte. Comecei a escrever o conto que segue abaixo há um tempo atrás, tipo 3 meses. Mas sabem como é, né? Uma coisa é pensar a história. Dentro de sua mente caótica tudo se encaixa, mas quando se coloca em letras a coisa complica. Pois então, a historia fluiu até seu ápice e o gás acabou, por assim dizer. As coisas ficaram complicadas. Tinha tido a ideia base e tive que modificar o esquema da história varias vezes, mas tudo em prol do entretenimento. Na minha humilde opinião, o desenvolvimento melhorou muito em comparação com os primeiros rascunhos e agora mostro meu lindo conto a vocês. Trata-se, como eu já havia meio que dito antes, de um pequeno universo que eu criei. Inspirado no formato de narrativa de nosso amado George R. R. Martin, que viva mais uns 200 anos, e nosso querido Patrick Rottfuss, eu comecei a trabalhar mais nos detalhes de meu gracioso e humilde mundinho ficcional. Aprendi que, com isso, acabam por surgir muitas historias quando se tem muitos personagens a disposição. Como quando se é criança e se tem muitos soldadinhos, usando eu como exemplo, pode-se montar uma história mais rica e complexa. Não sei se o marcador "Crônicas de algum lugar" vai perdurar e não sei quanto tempo teremos que esperar até que outro apareça... Afinal, eu reciclei a ideia de uma história que tinha pensado há mais de um ano para criar um conto para o blog da minha amiga (http://pensaatoa.blogspot.com.br/)... Enfim. Os personagem não tem nome próprio, influencia do blog anteriormente citado, mas, por curiosidade, ou não, o nome do personagem principal é Bill. Eu pensava nele como Bill, para facilitar o raciocínio, mas acabei por chamá-lo na história de Fogo. A outra personagem, Linda, realmente nem me dei ao trabalho de pensar em outro nome, apenas segui o embalo do apelido e me tirei uma grande dor de cabeça. Quando se tem apenas um casal como personagens é mais fácil referenciar cada ação. Mas quando se coloca mais alguns... Bom, chega de enrolação. Criei essa história, em seus primórdios, ouvindo a musica que dá nome ao conto. Não entendo inglês 100 %, e não me esforço muito em entender a letra da musica que estou ouvindo. Apenas curto a melodia. Mas, de vez em quando, percebo que alguns conjuntos de palavras acabam por fazer sentido e eu termino por entender trechos de minhas musicas preferidas. Isso é uma justificativa. O que quero dizer é que não é porque a musica inspirou esse conto que o conto seja uma releitura ou coisa parecida. Então...