quarta-feira, 3 de abril de 2013

Há quanto tempo, motherfoca?

       E ai, pessoas? Talvez meus maravilindos leitores que se dedicaram, ou não, a passar os olhos por meu lindo blog tenham notado que faz quase um ano desde a última vez que postei algo aqui. Naquele tempo eu realmente estava incomunicável pois, com a pressão de estudar e escrever a história, meu pai resolveu que eu parecia meio... acabado com toda essa responsabilidade. Assim fui privado do uso do computador... Claro, não foi até hoje, mas, como aconteceu algumas vezes minha preguiça me impediu de levar a história adiante.
       Não podemos colocar a culpa toda nas mãos da falta de vontade, já que, também, foi minha criatividade que extrapolou o universo que criei para meus personagens. Com o tempo disponível pude pensar em mais detalhes e, de repente, a história sobre John Seward me pareceu meio fraca e tediosa... de se criar.
       Como alguns podem ter notado, John caçava demônios e não dispunha mais do que força física ou agilidade para derrotá-los, em outras palavras, ele era um simples e frágil humano. Haha
       Mas o ponto não é esse, afinal eu prefiro ter personagens de carne e osso. Personagens que sangram. Personagens... Bem, humanos. Mas John era humano demais. Quero dizer, o mundo era humano demais, de modo que eu não poderia aumentar muito o nível de poder de um inimigo para não torná-lo impossível de derrotar. Então como fazer meu pequeno humano ser capaz de derrotar um deus? Ele não precisa ser a prova de balas, ele simplesmente tem que ser capaz de usar algo mais poderoso do que espadas ou armas que atiram coisas que matam. Basicamente: Magia. Oh! Magia? Sim, magia!
       Com isso em mente comecei a criar uma nova história. Não escrita, mas em quadrinhos. Sou de longe tão bom desenhista quanto gostaria de ser, mas creio que desenho razoavelmente bem o bastante para não ser uma completa humilhação. Infelizmente, tenho cerca de 7 páginas prontas (desenhadas, não prontas para postar). Infelizmente? Infelizmente não tenho um scanner e, portanto, não possuo meios para postá-las no blog. Mas é um problema que pode ser contornado... algum dia.
       Com a promessa de uma história lindamente trabalhada, prometo mais uma. Uma desenhada maleporcamente e, creio eu, razoavelmente interessante. Essa eu parei de desenhar depois de terminar um capitulo de 60 páginas por motivos diversos: falta de espaço no caderno de desenho, indecisão de como prosseguir, e... por todos que a olhavam perguntarem o porquê de serem coelhos. Hm? Coelhos? Ah, sim. Coelhos. Na verdade, pessoas que parecem coelhos... Furry? Oh-hoho. O Arcanine/Faruk vai adorar... Nãããão! Eu só gosto de coelhos porquê... >.<
       Para falar a verdade, não sei o porquê de serem coelhos. Quando eu era pequeno eu gostava de desenhar coelhos, fiz algumas histórias nas quais o personagem era uma cabeça pulante que falava com animais. Comecei a desenhar coelhos para essa história... se bem que o coelho que tinha não aparecia muito. Então... Bem, vamos deixar devaneios sobre a evolução de minhas histórias pra outra hora. O que fiz foi criar personagens coelhos sem pensar em nenhum enredo especifico, e fui criando a história enquanto desenhava.
       Vou postar a história aqui... De algum jeito, e algum dia, mas prometo que vou. Até mais. o/

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Incomunicável

        É o seguinte, por motivos pessoais não poderei postar por tempo indeterminado. Isso não quer dizer que os outros não podem postar. Peço paciência e até mais ver. o/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Helort

        O Senhor dos Mortos apareceu bastante na versão antiga do capitulo 4, mas, quando eu tirei o diálogo dele com John, as aparições dele ficaram confusas para mim. Não sei direito o que já falei dele e quando penso nos próximos capítulos acabo não lembrando dele, tendo demais explicações sobre ele como feitas. Vou falar um pouco sobre ele para não deixar os leitores muito confusos.

        Profissão:
        Para defini-la bem, podemos comparar Helort a Hades, o deus dos mortos da mitologia grega. Apesar de haver diferenças cruciais, principalmente no sistema de captação de almas em geral, o submundo de "A Terra do Pesadelo" é parecido com o submundo de Hades. Como assim? Ambos são um lugar para onde as almas das pessoas vão ao morrerem. Ambos são formados por cavernas sinistras, etc.

        Origem:
        Não se sabe ao certo a origem dos Senhores da Terra. Há quem diga que eles sempre existiram, outros dizem que eles foram os primeiros seres que surgiram depois do Grande Vazio. Existem vários Senhores, os principais são Helort e Tesluh, criadores da humanidade. Tesluh contribuiu com o espirito e Helort age como organizador, para manter a ordem no fluxo de vida.

        Aparência física:
        Sim. Os Senhores, apesar de serem seres sobrenaturais, têm características físicas marcantes. Helort, no caso, se assemelha a um vampiro, ou mais provavelmente, os vampiros se parecem com ele. Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, então, em vez de me desgastar escrevendo e vocês se desgastarem lendo, olhem essas imagens de um desenho que fiz de Helort.




        Eu sei que eu disse que os olhos dele eram totalmente negros, mas, com as pupilas normais fica melhor. :P
        Como eu disse no twitter, tenho outros desenhos dos personagens e pretendo postá-los um dia. Por enquanto, é isso.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ragnarök e coisas que não tem a ver

        Joguei Ragnarök \o/
        Não tinha conseguido jogar antes. Por quê? Por causa da maldita senha. Tem que colocar uma com número, letra maiúscula e minúscula e a porcaria do carácter especial. Certo, e qual o problema? Eu, como sou muito esperto, fazia uma senha do tipo I'llkilly0u. Um apóstrofo (')! (Sim, eu sei o nome daquela merda) E depois? Quando eu terminava de baixar o jogo, senha incorreta. MÁKOMAZIN??? Ia eu lá, tentar mudar a senha, usando novamente a esperteza, I'llplayn0w >.<. Errado de novo. Então eu me irritava e desinstalava e reinstalava o jogo...
        Enfim, não conseguia entrar pois o jogo não aceitava a porcaria do apóstrofo. E como resolver? Troquei o apóstrofo por um ponto de exclamação (!). Adivinhem. Funcionou! \o/
        Tanto sofrimento e finalmente poderia jogar essa poha! Achei que, por tudo que me haviam falado, valeria a pena no final das contas...

        Pois é. É um jogo legal e tudo o mais, mas... ele não me... viciou, por assim dizer. xD
        Mas a culpa não é do jogo. Acho que é minha mesmo. Não estou mais tão maníaco por MMORPGs, ou até mesmo por outros jogos. Nem mesmo a atualização do Point Blank, com o modo dinossauro, me prendeu por mais de uma hora.

        E isso é ruim? Não. Assim tenho mais tempo para outras coisas, do tipo, estudar ou fazer a história da Terra do Pesadelo. Por falar nela, acho finalmente estou trabalhando mais nos detalhes. Acabei definindo coisas que não estavam claras para mim mesmo. Coisas. Coisas que vocês acompanharão aqui no blog, nas postagens dos capítulos. ^^

        P.S.: Eu não sou tão idiota a ponto de expor minha senha. Além do mais, vocês precisariam do NickName e posso garantir que não é Psiduck. :P

sexta-feira, 22 de julho de 2011

LOL

        Sim. Eu não postei quarta. por quê? Porque eu ia falar sobre o dia do amigo mas ficou muito inútil meu post (como se os outros fossem). Mas aposto que ninguém se importa, pelo menos eu não, afinal, não posto capítulos na quarta mesmo. :/

        Mas em compensação. Acho até que uma nova luz iluminou minha mente. Consegui pensar em algo para preencher um pouco o caminho até o submundo. Já tinha planejado coisas, mas eram longe de Tordek. Acabo, nesse capítulo, por mostrar mais um lado do mundo de John (Eu sei. Preciso pôr um nome nesse continente. xD). Os demônios já haviam aparecido, mas não em sociedade. Os lados apresentados até agora são, em matéria de interesse: o lado do "bem" da Ordem dos Caçadores e da Igreja dos seguidores de Tesluh; o lado do "mal" da Sociedade Demoníaca; o lado obscuro de Helort; e o lado de John, que está, de certa forma, em todos os lados.

        Mudando de assunto, viram que há um novo colaborador? Munchlax (nunca tinha ouvido falar desse pokemão .-.) será nosso mais novo estagiário. Ainda não foi adicionado pelo Arcanine lá em cima porque... Sei lá porquê. Mas garanto que um dia estará.

        Sobre os detalhes da teoria que eu disse que contaria quarta-feira, eu posto eles outro dia. Por hora é isso. Comecei a jogar Ragnarök, e tenho que dizer que esperava um pouco mais dele, MAS vou aprender um pouco antes de tecer qualquer crítica mais profunda sobre esse jogo.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Mundos paralelos

        A minha maior diversão é criar histórias. Começo numa ideia e acabo por criar um mundo inteiro. O problema é que eu gosto de CRIAR. Não entendeu? Pois bem, quando eu faço uma história começo a colocar mais e mais detalhes. Até aí, tudo bem. Então chega aquela hora em que eu digo: "PQP. Essa história é legal, mas eu cansei dela". Depois disso eu crio em uma nova e assim por diante. Certo. E daí? O que isso tem a ver com Nightmareland? O que acontece é que sou preguiçoso na hora de "materializar" minha ideia. Passar ela para o papel ou PC é um desafio para alguém como eu. Por quê? Porque a história, na minha cabeça, parece perfeita. Infelizmente, ao escreve-la, os erros e furos aparecem. Exemplos podem ser simplesmente ligar o evento 1 ao evento 2 de um modo que faça sentido. E como tenho lidado com isso? Ignorando ideias para histórias antigas e criando novas. Isso acaba me deixando com muitas histórias inacabadas. MAS NÃO SE PREOCUPE. A Terra do Pesadelo NÃO será uma delas. Deve-se isso à técnica de desenvolvimento que estou utilizando... Mas eu já mostrei ela no blog e não vou mais falar sobre isso.
        E por quê estou postando hoje? Porque estou no PC, baixando Ragnarök e sem muita coisa para fazer. Portanto, decidi contar resumidamente uma de minhas ideias para histórias. Sim. Eu desisti dela. Era para ser em quadrinhos, mas eu não tenho tanta habilidade em desenho quanto gostaria e isso acaba desmotivando a focalização nela. ^^

        Depois de 2012, quando a Terceira Grande Guerra teve início, surgiram os chamados Mechas. O Ocidente tentava conquistar o Oriente com o uso deles e com clones existenciais de soldados. Pouco tempo depois, o Oriente criou o projeto I.A., um supercomputador que controlaria os M.S.P. (Mechas sem pilotos), conhecidos como Hunters. Eles usavam armas biológicas e não tinham receio em exterminar tudo e a todos. Foi descoberto, depois de a humanidade estar se encaminhando a destruição, que o Oriente perdeu o controle de I.A. e acabou perecendo. O Ocidente tentava combater, agora para sobreviver, mas o vírus usado pelos Hunters era forte demais e suas tropas clones, inexplicavelmente, morriam pouco depois de serem fabricados. Foi então que, do nada, um exército surgiu. A Rilt, com armas e Mechas muito mais avançados e tropas clones imunes ao vírus. Esse exército derrotou a ameaça I.A. e tomou o controle do que sobrou do mundo para si.
        (Isso foi o que eu criei depois. Pra explicar algumas coisas. A ideia vem a seguir)
        Alguns anos depois, com o mundo de volta a paz, John (Nomes padrões que eu uso quase sempre: John, Johnny, Erika, Lucy, Jack, James, etc), um ex-piloto Mecha, inscreve-se para um teste de um novo modelo, capaz de se mover mais rápido que a luz, no estilo "Tempo Parado". O primeiro teste sai como o planejado, mas, no outro, ele acaba entrando no reflexo das janelas do prédio. (Isso mesmo, ele atravessou as janelas/espelhos)
        A seguir, John vê seu próprio reflexo congelado no tempo. Ao tocá-lo, desencadeia um bug no mundo do espelho e acaba indo parar em outro mundo. Uma espécie de conexão entre as dimensões. Lá ficam os representantes da almas de humanos, animais e plantas, os Refrons, Laikans e Haikans. O mundo é resumido numa selva com árvores gigantes, monstros e pessoas bastante resistentes, pois são a condensação da alma original do ser vivo que morreu em uma dimensão. Todo esse mundo é administrado por Deus/Tempo e Destruição (não lembro como eu chamava ele :/) , o cara cujos poderes vinham dos erros e bizarrices das dimensões.

        Isso tudo chegaria em varias lutas com mechas e a descoberta (lowka) de que Johnny, o subchefe da Rilt e de onde vieram os clones, é o filho de John vindo de uma dimensão que é o futuro daquela se a Rilt não tivesse aparecido (confuso, não?). A maquina que clona pessoas baseada na existência dela (clonando as habilidades também) acabava diminuindo bastante o tempo de vida do cara, matando todos os clones junto.
        Por entrar no espelho, John ganharia poderes e o Refron de John seria corrompido para o mal e outras coisas doidas aconteceriam, como o John ser acusado de matar pessoas com um mecha roubado e Jack, o general que convenceu Johnny a se clonar, mexeria os pauzinhos para que John fosse acusado da morte de Johnny, que era inevitável. Enfim, tudo acabaria com Deus/Tempo pedindo pra John e Johnny derrotarem Destruição numa luta Épica.

        Tinham mais detalhes importantes, do tipo: o Johnny gastou sua existência daquela outra dimensão quando viajou da sua até o passado (que na verdade é outra dimensão) e isso viraria um super bug quando o Johnny daquela dimensão nascesse, possibilitando que Destruição invadisse o mundo real e o mundo depois do espelho. Mas eu decidi não falar sobre todos.

        Se não percebeu, a ideia inicial disso tudo foi a teoria de que "você só não pode entrar no espelho pois seu reflexo toca o outro lado ao mesmo tempo. Se você parasse o tempo, poderia adentrar no espelho". Depois dessa ideia mirabolante (não me perguntem de onde tirei isso xD) comecei a criar, criar e criar. E quando tentei materializar em forma de quadrinhos e RPG, fiquei desmotivado pelas dificuldades e abandonei ela... Mas vamos concordar. Seria uma boa história. ^^