Tava treinando nos Pixlr da vida (pq photoshop é pra posers) e esse aqui é o resultado. Creio que sexta sai outra tirinha bunita e xerosa! :3
Bem vindos! Tratem de desfrutar do conteúdo criativo (ou não) disponibilizado nesse blog. Desenhos, histórias... e o que mais encontrarem por aí.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
I hate my Thane!
Eu estive pensando e acho que "tirinha" não é o termo correto...
Tanto faz! Haverão novas "tirinhas" postadas toda SEGUNDA, QUARTA e SEXTA a partir de hoje.
Talvez não sejam só as da série I hate my Thane, mas haverá alguma coisa.
Detalhe: Todas as novas "tirinhas" dessa série serão postadas aqui e agregadas à página da série no blog na ordem cronológica. (sim, existe uma sequencia)
Clique para ampliar!
Comente o que achou! Ou não, não posso te obrigar, não é?
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Série de Skyrim!!!
Depois de muito tempo eu decidi me arriscar com meus desenhos!
Por enquanto vou focar em Skyrim e postar de vez em quando uma tirinha sobre isso.
Vocês podem acessar clicando na aba da página "I hate my Thane" ou AQUI.
Criticas e sugestões são muito bem vindas! /o/
P.S.: A título de curiosidade, o nome da minha personagem é Erika Grasslake, só Erika pros chegados. Que criativo, não? :]
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Capítulo 4 - Negociações
História completa (publicada) aqui
Se precisasse de uma palavra para resumir a situação, "tédio" seria a que mais se enquadraria. Estava preso àquela hospedaria já haviam quase dois dias. Charles dissera que a garota não corria perigo, mas Eddy tivera de ajudar a controlar sua febre duas vezes no tempo em que esteve de vigia. Não que fosse muito difícil a um piromante regular a temperatura de um corpo, ou muito desagradável para isso ter de tocar aquela jovem , mas ele sentia-se levemente abandonado. Os outros haviam recolhido o cristal e partido, enquanto ele fora deixado de babá.
Estava atirado em um sofá de dois lugares observando a garota dormir. "Não desgrude dela" fora uma das instruções do capitão. Tinha de esperar ela acordar e descobrir tudo que pudesse sobre o que ela havia visto, só então estaria autorizado a retornar à base. Expirou com irritação. Recostou-se, elevando os pés para a guarda do sofá, os dedos da mão direita entrelaçados com a franja, enquanto a outra mão acomodava a nuca. Fitou o teto por um tempo, mas sua atenção vagou distraidamente para a garota. O rosto delicado, olhos grandes e cabelo volumoso loiro, tudo parecia em perfeita harmonia, exercendo com minúcia o objetivo de torná-la bela. Observou o volume do peito tapado pela coberta subir e descer com sua respiração. Lembrou de quando ajudou Charles a examiná-la. Pela quantidade de sangue e o buraco na camisa, o aquamante receara que Eddy tivesse de fazer uma cauterização. Mas o ferimento estava longe de ser grave, de modo que não havia muito o que poderiam ou precisavam fazer. Sua lembrança resvalou para o par de seios que vislumbrou. A pele alva, a curva impecável, aureolas delicadas e tão claras, quase da mesma cor da pele. Foi a visão mais encantadora que tivera em muito tempo, constatou. Uma visão tão pura e ao mesmo tempo tão sensual que lhe fizera lembrar da deusa do fogo.
- Perfeitos - disse em meia voz, para enfatizar.
A garota murmurou, como que em resposta. Remexeu-se e abriu os olhos. Duas esmeraldas percrustaram o teto. Ela piscou duas vezes, depois sentou de sobressalto.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Deuses e a magia - Deolacrum
Tabela de Deuses:
Pilar
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Lua
|
Sol
|
Mente
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Caos
|
Líder
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Helort (3)
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Tesluh (3)
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Limbo** (3)
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Trevas* (3)
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Guardião
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Hoster (2)
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Veh (2)
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Réphina (2)
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Emedor** (2)
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Juramentado
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Derea (1)
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Ágata (1)
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Aliir (1)
|
Corrupção* (1)
|
(nº) nível de poder, 1 é vassalo, 2 é guardião e 3 é líder
* deuses inomináveis
** deuses esquecidos
Níveis de Poder:
Um evocador pode ser apadrinhado por um ou mais deuses e, por meio de uma pedra de Aliir, passa a ser capaz de executar a sortidão de magias correspondente ao elemento em questão. Mas há limitações e, na soma, os níveis não devem passar de 6. Com relativa facilidade, um evocador pode adquirir o apoio de todos os deuses de um pilar (Ex: Tesluh, Veh e Ágata), pois o de baixo é submisso ao imediatamente acima. Porém, nada impede que o evocador adquira apoio diverso, respeitando a limitação de nível e as desavenças entre os deuses.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Capítulo 1 - A dúvida do renegado
A floresta em volta da vila de Hamaria se estendia alguns quilômetros até a base de um morro. Era noite e uma criatura espreitava por entre as árvores altas, um humanoide de pele vermelha pálida, tinha um corpo muito magro trajando trapos de couro. De rosto fino e cabelos marrom escuro desgrenhados, os olhos amarelos e de conjuntiva negra fitaram um cervo espiar a volta. A criatura arranhou a casca de uma árvore próxima com as unhas pontudas da mão, ansioso. Apontou dois dedos da outra mão para o animal e murmurou alguma coisa. Uma pequena bola de fogo surgiu da ponta de seus dedos e disparou na direção do animal, acertando o alvo, que guinchou de susto e correu para dentro da mata. O homem avermelhado praguejou e arrancou um pedaço da árvore que segurava, jogando as lascas para longe em seguida. Sentou no chão e encarou o céu estrelado, por entre as folhagens, por algum tempo. Arregalou os olhos ao perceber numa árvore próxima a silhueta de alguém acocorado entre os galhos. Ia se levantar de sobressalto, mas a explosão de dor que surgiu em seu ombro o fez sentar novamente. Uma aste de metal com uma argola na ponta pendia, cravada profundamente na pele entre o braço direito e o tronco. Tentar mexê-lo trazia muita dor, então segurou o braço e disparou numa fuga arfante e desesperada. Outra seta projetou-se nas costas de seu joelho esquerdo, fazendo-o gritar e cair no chão. Tentou puxá-la, mas isso piorava a dor. Observou, atônito, um homem encapuzado se aproximar calmamente, girando uma seta semelhante pela argola com o dedo médio direito.
- Um demônio caçando? - disse ele, o rosto escondido pela escuridão - Que piada.
- Por favor - o demônio choramingou - Não me mate, eu nunca ataquei um humano. Eu só tento sobreviver. Eu juro!
O encapuzado o encarou por alguns segundos, como que refletindo a situação, e o demônio tentou parecer tão pouco ameaçador quanto realmente se sentia. Cessou o giro da seta e guardou-a na manga do sobretudo, suspirando.
- Se eu não tivesse visto aquela sua evocação deplorável, você já estaria morto - virou as costas e andou para longe - Se eu pensar que você andou aprontando alguma, nem a floresta inteira pode te esconder de mim.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Capítulo 3 - Perdido
A pequena luz de Erika encontrou-os no fundo do poço. Revelou um ambiente circular de cerca de 20 metros de diâmetro, com algumas pilhas de pedra recostadas para dois lados formando uma espécie de trilha entre elas. Levava de um buraco escavado na parede, de um lado, a uma porta dupla de pedra meia aberta, do outro. John olhava em volta enquanto Erika se concentrava em respirar devagar, de olhos fechados e sentada num bloco de pedra. Um aeromante, pensou com o coração pulsando forte. Passado o pânico, sentia a raiva crescer. Quando ele fez os dois despencarem ela repeliu com ferocidade a vontade de gritar, agarrando-se com força ao amigo. Caíram por não mais que dois segundos, quando uma ventania os envolveu e os desacelerou. Um maldito aeromante. Escreveria aquilo em seu relatório com satisfação doentia.
- Você tinha razão - a voz de John ressoou pelo ar frio e úmido, ele indicou o túnel escavado - Havia outro caminho.
Ela lhe deu um olhar de ódio palpável que ele respondeu com um sorriso brincalhão. A luminomante levantou, conduzindo sua luz para a porta de pedra sem dizer palavra. John a seguiu e entraram em um aposento quadrado, não muito grande, com dois corredores opostos entre si nas paredes laterais. O inseto brilhante iluminou a sala com facilidade, revelando um bloco entalhado de pedra na parede a frente deles. Uma cabeça mumificada de pele enegrecida os encarava com olhos brancos desprovidos de pálpebras e um sorriso de pele repuxada.
- Oh ho - fez John.
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